Lembram-se da menina que reinava no hula hoop de Wii Fit? Claro que se lembram. Trata-se de um vídeo responsável por levar a que muitos homens colocassem as respectivas namoradas/amigas/esposas em cima da “balança”...
Mas Cindarelas só mesmo em contos de fadas. Ou seja... a Primavera não dura para sempre... o IVA é elevado... a gasolina é cara... há fome no mundo... e a Wii não faz milagres. Há quem tenha muito e há quem não tenha nada.
Ao menos diverte-se. Nós é que nem por isso, pois sempre ouvi dizer que os olhos também comem.
Os anos passam... a conversa continua a mesma. Basicamente, a tradição ainda é o que era.
Basta perder um pouco de tempo, substituir arcadas por consolas, Death Race por GTA/Manhunt/Bully/Carmageddon/Mortal Kombat/etc, etc, etc... e a base de uma peça de reportagem com trinta anos mantém toda a actualidade.
Se não acreditam, vejam esta coisinha linda que se encontra no site da CNBC...
Gosto especialmente do realismo dos berros lancinantes que saem da garanta dos pobres esqueletos/peões no momento em que são atropelados. De uma violência nunca antes vista/ouvida.
As roupas dos entrevistados são igualmente boas. Também há que destacar a presença de cientistas espaciais, sempre agarrados a máquinas extraordinariamente potentes, graças às quais foi possível criarem um jogo de tamanho realismo.
Sem dúvida, Death Race traumatizou várias gerações, foi responsável por estragar famílias e devido a ele não se pode atravessar uma estrada sem se ser atropelado.
Mais um produto demoníaco, vindo das profundezas do inferno.
Não podia deixar que a semana chegasse ao fim sem mais um vídeo de GTA IV. E que belo vídeo este...
Trata-se de um excerto do grande Late Night with Conan O’Brien, que revela um facto algo assustador: a Rockstar vergou-se perante Jack Thompson, tendo criado um GTA sem violência... sem sexo... sem assaltos... sem lap dances... sem a possibilidade de levarmos uma prostituta até um local recatado... sem se poder escolher o acto sexual a ser praticado... sem armas... sem palavrões... sem nada...
Mas mesmo sem nada disto, consta que no primeiro dia foram vendidas globalmente cerca de 4.2 milhões de unidades. É muito! Mas a Rockstar merece. Isso e muito mais.
E para além das arrobas de dólares, tem também o meu amor!!!
Como é do conhecimento geral, anda na net uma petição que tem como finalidade pedir a Uwe Boll que abandone a indústria cinematográfica. Se isso acontecesse, seria uma benção dos céus!
Após ter tomado conhecimento da dita cuja lista, o “realizador” prometeu deixar a indústria cinematográfica no caso da fasquia do milhão de “assinaturas” ser transposta. E o que é prometido é devido!
Lembrem-se que estamos ante um senhor conhecido por assassinar jogos, criando as mais rascas das conversões cinematográficas.
Exemplos? Ok...
House of the Dead. Alone in the Dark. BloodRayne. A Dungeon Siege Tale. Postal. BloodRayne 2. Far Cry. BloodRayne 3.
Penso que estes oito argumentos são mais do que suficientes para se deslocarem aqui e colocarem o vosso mail/nome/mensagem. É um favor que fazem ao universo, realizando um acto que não passará despercebido ao Criador.
Os japoneses são muito estranhos. Mesmo muito estranhos.
Para além de adorarem jogos absolutamente indescritíveis, com títulos impronunciáveis, passam estoicamente por localizações que no Ocidente resultariam em cenas de pancada, mão no bolso alheio e apalpão no rabiosque da senhora do lado. É o caso da viagem diária nas linhas de comboio de Tóquio, em hora de ponta.
a despeito de ser do conhecimento geral, não consigo deixar de ficar fascinado com as imagens. Gosto especialmente do suave pontapé desferido no segundo 49. “Vá! Patinha para dentro, amigo! Patinha para dentro!”.
O mais grave é que tenho a sensação que os “porteiros” conseguiriam encaixar mais cem ou duzentos passageiros em cada carruagem.
Também não deixa de ser estranho pensar que cada um destes senhores/senhoras possui uma DS. E ainda devem arranjar espacinho para jogar durante a viagem.




